Ementa:
Esta disciplina é organizada no âmbito da Rede Latino-Americana de Divulgação Científica e Mudanças Climáticas (Rede DCMC) e propõe uma série de encontros com convidados da rede que apresentarão suas pesquisas, materiais e movimentos teórico-metodológicos. A partir das apresentações dos pesquisadores faremos conexões com autores que relacionam artes, comunicações e tempos de catástrofes, bem como realizaremos pequenos exercícios especulativos de criação com imagens, palavras e sons. Os resultados da disciplina serão publicados na revista ClimaCom.
Esta disciplina se organiza en el ámbito de la Red Latinoamericana de Divulgación Científica y Cambio Climático (Red DCMC) y propone una serie de encuentros con invitados de la red que presentarán sus investigaciones, materiales y movimientos teórico-metodológicos. A partir de las presentaciones de los investigadores, estableceremos conexiones con autores que relacionan artes, comunicaciones y tiempos de catástrofe, así como llevaremos a cabo pequeños ejercicios de creación especulativa con imágenes, palabras y sonidos. Los resultados del curso se publicarán en la revista ClimaCom.
Programa
04/03
Feriado
11/03
“Apresentação do programa da disciplina” com Susana Dias e Sandra Murriello
Marina Souza Lobo Guzzo et al. Artistic Practices in the Anthropocene. Annual Reviews, 2024, Vol. 49, pp. 223-247.. Disponível em:https://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-environ-112922-11 2400
18/03
“Filosofia e tempos de catástrofes” com Sigifredo Esquivel Marin (Universidad Autónoma de Zacatecas (UAZ), México)
ESQUIVEL, SIGIFREDO. Capitalismo, Tecnociencia y Contemporaneidad. Cuestiones De Filosofía, 10(35), 187–206, 2024. Disponível em: https://revistas.uptc.edu.co/index.php/cuestiones_filosofia/article/view/17109
STENGERS, Isabelle. No tempo das catástrofes – resistir à barbárie que se aproxima. Trad. Eloisa Araújo Ribeiro. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
25/03
“Escrever na intempérie” com Eduardo Pellejero (Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, Brasil)
HARAWAY, Donna. Ficar com o problema: fazer parentes no Chthuluceno. Trad. Ana Luiz Braga. São Paulo: n-1, 2023.
HARAWAY. Donna. Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno, Chthuluceno: fazendo parentes. Trad. Susana Dias, Mara Verônica e Ana Godoy. ClimaCom – Vulnerabilidade [Online], Campinas, ano 3, n. 5, 2016. Disponível em: http://climacom.mudancasclimaticas.net.br/antropoceno-capitaloceno-plantationocen o-chthuluceno-fazendo-parentes/
01/04
“Pesquisa-criação” com Teresita Ospina (Universidad de San Buenaventura, Medellín – Colômbia)
DAVIS, Heather; TURPIN, Etienne. Art in the Anthropocene – Encounters A mong Aesthetics, Politics, Environments, 2014. Disponível em: https://www.openhumanitiespress.org/books/titles/art-in-the-anthropocene/.
08/04
“Museus e crise climática” com Sandra Murriello (Universidad Nacional de Río Negro, UNRN, Argentina) e “Restauração sonora de povos originários” com Anahía Mariluan (doutoranda da UNRN)
Murriello, S. y Mariluan,A. (2023). Del silenciamiento a los procesos de visibilización de lenguas y sonidos (Cap.17). En: Malvestitti, M. y Farro,M. (comp.).Documentosinéditos en lenguas fuegopatagónicas (1880-1950) Viedma: Editorial de la Universidad Nacional de Río Negro.pp.569-579.
29/04
“Cinema, desastres e comunicação” com Gabriel Cid Garcia (Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRN, Brasil)
DANOWSKI, Déborah. Mundos sob os fins que vêm. In: DIAS, Susana; WIEDEMANN, Sebastian; AMORIM, Antonio Carlos. Conexões: Deleuze e Cosmopolíticas e Ecologias Radicais e Nova Terra e… Campinas-SP: ALB-ClimaCom, 2019. Disponível em: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/livros-principal/conexoes/
06/05
“Alianças multiespécies frente aos tempos de catástrofes” com Santiago Arcila (Coletivo Otros Presentes, Colômbia)
TSING, Anna Lowenhaupt. . 2022. O cogumelo no fim do mundo: Sobre a possibilidade de vida nas ruínas do capitalismo . Tradução de Jorge Menna Barreto e Yudi Rafael. São Paulo: n-1 edições. 412 p.
13/05
“Escuta o clima: uma experiência com podcast Oxigênio” com Simone Pallone (Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, Brasil)
OLIVEIRA. Renato Salgado de Melo Oliveira. Percepção e política na divulgação científica: em busca de um público-alvo. ClimaCom [online], Campinas , ano. 4, n. 9, Ago. 2017 . Disponível em:https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/?p=7288
20/05
“Aprender com o povo Baré a escutar a Terra” com Claudia Baré (líder de comunidade indígena e mestranda na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, Brasil)
KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
REIS, Vilma. Comecem a produzir floresta como subjetividade, como uma poética de vida, diz Ailton Krenak em festival de cinema português. Amazônia Real. 8 dez 2021. Disponível em: https://conexaoplaneta.com.br/blog/comecem-a-produzir-floresta-como-subjetividade-como-uma-poetica-de-vida-diz-ailton-krenak-em-encontro-portugues/#fechar
27/05
“Poéticas e políticas do instável” com Adrian Cangi (Universidad de Buenos Aires – UBA, Argentina)
DANOWSKI, Déborah; VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins. Desterro [ Florianópolis]: Cultura e Barbárie: Instituto Socioambiental, 2014.
03/06
Alessandra Ribeiro (Doutora em história e urbanismo, líder da Comunidade Jongo Dito Ribeiro e gestora da Casa de Cultura Fazenda Roseira)
FERDINAND, Malcon. Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho. Trad. Letícia Mei. São Paulo: UBU Editora, 2022. MARTINS, Alessandra Ribeiro. Requalificação urbana: a fazenda Roseira e a Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas/SP. Campinas: PUC/Campinas, 2011.
RIBEIRO, Alessandra et al (org.). Ervas e ritos da comunidade Jongo Dito Ribeiro. Campinas/SP: BCCL – Unicamp, 2024. Disponível em: https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/livros-principal/ervas-e-ritos-jongo/
10/06
“Indagações atmosféricas” com Maia Gattas (Universidad Nacional de Río Negro – UNRN, Argentina)
REBOLINO, Lucia (2024) “Unpredictable atmosphera” . Disponible en: https://www.e-flux.com/architecture/spatial-computing/604501/unpredictable-atmosp here/
17/06
“Os desafios da educação ambiental diante das catástrofes” com Adriana Menegaz e Daniela García (Unaj, Argentina)
MENEGAZ, A y GARCÍA, D.(2024). Habitar la floresta. Transitar otras formas de construir conocimiento. In: Morada Foresta. Alessandra Ribeiro, Emanuely Miranda, Susana Dias, Sigifredo Marin e Tiago Sales compiladores. Ed. Unicamp/ BCCL. https://climacom.mudancasclimaticas.net.br/livros-principal/morada-floresta/
24/06
“Encerramento da disciplina” com Susana Dias e Sandra Murriello
CARTENS, Delphi. The Anthropocene crisis and higher education: A fundamental shift. South African Journal of Higher Education. ago. 2026. Disponível em:https://www.researchgate.net/publication/308131066_The_Anthropocene_crisis_and _higher_education_A_fundamental_shift
Bibliografia (será complementada/alterada no início da disciplina)
ANASTASSAKIS, Zoy. Refazendo tudo: confabulações em meio aos cupins na universidade. Rio de Janeiro: Zazie Edições, 2020.
ARRUZZA, Cinzia, BHATTACHARYA, Tithi, FRASER, Nancy. Feminismo para os 99%: um manifesto. Trad. Heci Regia Candiani – 1 ed- São Paulo, Boitempo, 2019.
BARRY, A.; MASLIN, M. The politics of the Anthropocene: a dialogue. Geo: Geography and Environment, v. 3, n. 2, p. 1-12, 2016.
BROKS, P. Science communication: process, power and politics. JCOM 16 (04), C02. https://doi.org/10.22323/2.16040302.
CHAKRABARTY, Dipesh. Anthropocene time. History and Theory 57, no. 1, March 2018, 5-32.
CASTREE, N. Anthropocene. In B. Warf (Eds.), Oxford Bibliographies in Geography. United Kingdom: Oxford University Press, 2016. https://ro.uow.edu.au/cgi/viewcontent.cgi?article=3403&context=sspapers
COCCIA, Emanuele. A vida das plantas: uma metafísica da mistura. Trad. Fernando Scheibe. Desterro [Florianópolis]: Cultura e Bárbarie, 2018.
COCCIA, E. Metamorfoses. 1. ed. Rio de Janeiro: Dantes Editora, 2020.
COSTA, Alyne. Para se pensar o Antropoceno – entrevista a Caio Souto. ClimaCom, 2021. Disponível em: http://climacom.mudancasclimaticas.net.br/para-se-pensar-o-antropoceno/ Acesso em: abr. 2022.
DANOWSKI, Déborah; VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins. Desterro [Florianópolis]: Cultura e Bárbarie: Instituto Socioambiental, 2014.
DAVIS, Heather; TURPIN, Etienne. Art in the Anthropocene – Encounters Among Aesthetics, Politics, Environments and Epistemologies. London: Open Humanities Express, 2015.
DAVIS, Heather; TODD, Zoe. On the importance of a date, or decolonizing the Anthropocene. An International Journal for Critical Geographies, 2017, 16(4), 761-780.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. Trad. Peter Pál Pelbart. São Paulo: Ed 34, 1997. (Coleção TRANS).
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Vol. 5. São Paulo: Ed. 34, 1997.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é filosofia? Trad. Bento Prado Jr e Alberto Alonso Muñoz. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
DESPRET, Vinciane. O que diriam os animais? Trad. Letícia Mei. São Paulo: UBU Editora, 2021.
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DIAS, S. O. Perceber-fazer floresta: da aventura de entrar em comunicação com um mundo todo vivo. CLIMACOM CULTURA CIENTÍFICA – PESQUISA, JORNALISMO E ARTE, v. 1, p. 1-22, 2020.
DIAS, S. O.; RODRIGUES, C. C. Movimentos especulativos em torno de bioindicadores de mídias e mudanças climáticas ou de como dar ao humano a mais intensa potência de existir. RECIIS – Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde, v. 9, p. 1-5, 2015.
DIAS, S. O.; RODRIGUES, C. C. E se fôssemos descendentes das aranhas? TEXTURA – ULBRA, v. 1, p. 137-155, 2014.
CORREA, Célia Nunes. O barro, o genipapo e o giz no fazer epistemológico de autoria Xakriabá: reativação da memória por uma educação territorializada. 2018. 218 f., il. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Sustentável)—Universidade de Brasília, 2018.
Erminia Pedretti & Ana Maria Navas Iannini Towards Fourth-Generation Science Museums: Changing Goals, Changing Roles. Can. J. Sci. Math. Techn. Educ. (2020) 20:700–714 https://doi.org/10.1007/s42330-020-00128-0
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GASCOIGNE, T. Schiele, B. et al. Science communication: a global perspective. Canberra: ANU Press, 2020.
GREINER, Christine. O corpo, pistas para estudos indisciplinares. Rio de Janeiro: AnnaBlume editora, 2013.
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HARAWAY, D. O manifesto das espécies companheiras: cachorros, pessoas e alteridade significativa. Trad. Pê Moreira. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo Produções e Empreendimentos Culturais LTDA, 2021.
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HARAWAY, Donna. Habitar a barriga do monstro. In: CASTRO, Eduardo V. de; SALDANHA, Rafael M.; DANOWSKI, Déborah. Os mil nomes de Gaia: do Antropoceno à Idade da Terra. v. 1. Rio de Janeiro: Editora Machado, 2022. p. 418-430.
HARAWAY, Donna; TSING, Anna; MITMAN, Gregg. Reflections on the Plantationocene: a conversation with Donna Haraway & Anna Tsing moderated by Gregg Mitman. Edge Effects, Madison, jun. 2019. Disponível em: https://edgeeffects.net/wp-content/uploads/2019/06/PlantationoceneReflections_Haraway_Tsing.pdf
IPCC. Sixth Assessment Report, Climate Change 2022: Impacts, Adaptation and Vulnerability, feb. 2022. Disponível em: https://www.ipcc.ch/report/sixth-assessment-report-working-group-ii/ Acesso em: abr. 2022.
KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
LAPOUJADE, David. As existências mínimas. Trad. Hortênsia Santos Lencastre. São Paulo: n-1 edições, 2017a.
LAPOUJADE, David. Willian James, a construção da experiência. São Paulo: n-1 edições, 2017b.
LATOUR, Bruno. Diante de Gaia: oito conferências sobre a natureza do Antropoceno. São Paulo/ Rio de Janeiro: Ubu Editora/ Ateliê de Humanidades Editorial, 2020a. (Coleção EXIT).
LATOUR, Bruno. Onde aterrar? Como se orientar politicamente no Antropoceno. Trad. Marcela Vieira. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020b.
MASSARANI, Luisa; BASILE, Silvina; PEDERSOLI, Constanza (Org.) Mediación en museos y centros de ciencia iberoamericanos: reflexiones y guías prácticas. 1. ed. Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz, 2022. v. 1. 119p. Acceso gratuito al libro https://www.inct-cpct.ufpa.br/wp-content/uploads/2022/05/LIVRO_Mediacio%CC%81n-en-museos_FINAL_.pdf
MURRIELLO, S. y Bengtsson, A. Museos ¿para qué? Colección Abrepreguntas, La Plata: EdULP, 2017. ISBN 978-987-4127-45-7
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MYERS, N. How to grow liveable worlds: Ten (not-so-easy) steps for life in the Planthroposcene. ABC Religion & Ethics, 2021. Disponível em https://www.abc.net.au/religion/natasha-myers-how-to-grow-liveable-worlds:-ten-not-so-easy-step/11906548 Acesso em: março de 2022.
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OLIVEIRA, Joana Cabral de et al. Vozes vegetais: diversidade, resistência e histórias da floresta. São Paulo: Ubu Editora/ IRD, 2020.
STENGERS, Isabelle. No tempo das catástrofes – resistir à barbárie que se aproxima. Trad. Eloisa Araújo Ribeiro. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
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PRIMAVESI, Ana. Manual do solo vivo: solo sadio, planta sadia, ser humano sadio. 2a ed. São Paulo: Expressão popular, 2016.
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TADDEI, Renzo; OLIVEIRA, Joana C. de; SCARAMUZZI, Igor. Povos indígenas, populações tradicionais e mudanças climáticas. IN: GRANDISOLI, Edson et al. Novos temas em emergência climática: para os ensinos fundamental e médio. São Paulo: IEE-USP, 2021. p. 59-63.
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TSING, Anna. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Ed. Thiago Mota Cardoso, Rafael Victorino Devos. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019.
TYNAN, A. The desert in modern literature and philosophy: wasteland aesthetics. Edinburgh: EUP, 2020.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas canibais: elementos para uma antropologia pós-estrutural. São Paulo: Cosac Naif, 1a. ed., 2015.